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Dentre as inúmeras pesquisas realizadas pela Associação Dakila liderada por
Urandir Fernandes de Oliveira, hoje o tópico será sobre os malefícios do flúor.

Quando se escuta essa palavra, a primeira informação que nos vem à mente é o poder
dele de prevenir a cárie, correto?

Sabendo disto, resolvemos conversar com uma dentista para saber da veracidade desta informação e para entender melhor o processo:

Dra. Sonia Dias:
“Podemos dizer que o esmalte dentário é uma capa dura de aproximadamente 2mm de espessura e que protege as partes internas do dente. Esta capa é constituída em sua
maior parte de um mineral chamado hidroxiapatita.
Esta camada de esmalte é de dureza comparável ao osso, mas em compensação é
porosa suficiente para acumular bactérias.
Após a ingestão de determinados alimentos (aqueles que contém açúcares/carboidratos),
o Ph salivar torna-se imensamente ácido em presença das bactérias existentes na boca.
Com isso, acontece uma desmineralização do esmalte dentário.
Quando ingerimos o flúor, há uma interação química entre ele e a apatita do esmalte (hidroxiapatita) formando então a fluorapatita que é bem mais resistente ao Ph ácido.
Por esse motivo ele é tido como "mocinho" na história da cárie dentária.
Porém, os malefícios do consumo são imensos e existem outras formas para se precaver
sem ter tanto prejuízo, sendo uma delas a mudança na alimentação.
Eu sempre pesquisei sobre o Flúor, e optei por nunca o utilizar no meu consultório.
Aproveito a presença dos meus pacientes para os conscientizarem e para diminuírem a ingestão desta substância no dia a dia.”

Efeitos colaterais do Flúor:

·      Acelera o processo de envelhecimento.
·      Altera o sistema imunológico.
·      Causa câncer.
·      Osteoporose.
·      Afeta a tireoide.
·      Interfere no nosso hipocampo (região responsável pela coordenação do
 funcionamento de outras partes do cérebro, memória, tomada de iniciativa, torna as
pessoas mais dóceis, etc.). 
O grande problema é que qualquer dano no hipocampo diminui a vontade, a capacidade
de decisão, de contestação etc., isto é, torna qualquer pessoa dócil e submissa (fato bem "interessante" para as lideranças mundiais), embora também possa levá-la à loucura.
Um fato que deve ser ressaltado, é que os resíduos do flúor não são eliminados
totalmente do organismo, tornando-se cumulativo ao depositar-se em alguns locais do
nosso corpo. Nos ossos, dentes e na glândula pineal.

Existem evidências históricas que mostram acordos entre o governo americano e o
regime de Hitler para o financiamento do projeto da fluoretação das águas de alguns
países para tornar o povo dócil ao controle e à ditadura.

O que torna ainda mais alarmante e que confirma que o governo e as indústrias que
fazem uso dessa substância sabem da sua toxidade, é o fato de existir uma lei no
Ministério do Meio Ambiente que proíbe que ele seja descartado ao mar, rios ou lagos.
Porém, arrumaram uma solução para que ele ao em vez de ser descartado, gerasse lucro.
Para terem uma ideia, é calculado que a indústria americana em vez de
gastar US$400 milhões por ano tentando dispensá-lo sem agredir o ecossistema,
consiga lucrar cerca de US$180 milhões.
Não parece mais uma ideia brilhante do sistema capitalista?

Onde é adicionado o Flúor:
·       Na água que consumimos.
·       Nas pastas de dente.
·       Nos enxaguantes bucais.
·       Alguns alimentos como: sal, leite, refrigerantes e outros.
·       Analgésicos.
·       Tranquilizantes.

Alguns países ao se atentarem a este mal, proibiram a fluoretação na água 
potável:

Alemanha, Bélgica, Áustria, China, Dinamarca, Finlândia, França, Holanda, Hungria,
Irlanda do Norte, Japão, Luxemburgo, Noruega, República Checa, Suécia, etc. 

Todos os países indicados acima fizeram uma declaração de esclarecimento por que
não aceitaram a implementação do flúor na água.

Países onde a fluoretação é liberada:

Brasil, Austrália, Estados Unidos, Canadá, Malásia.

Ou seja, apenas 5,7% da população mundial consomem este tóxico.

Enquanto o nosso país não entra na primeira lista citada, existem algumas 
formas para você diminuir o seu consumo:

·       Procure por pastas de dente sem a adição do flúor. Já existem várias opções
no mercado.
·       Procure por dentistas que façam uso do bicarbonato de sódio no seu escritório para
os auxiliarem na limpeza dentária dos seus pacientes.
·       Atente-se a sua alimentação e evite alimentos processados, enlatados,
embutidos, etc.
·       Opte por uma alimentação balanceada com produtos frescos e naturais.



Busque conhecimento. 
Não aceite a primeira verdade que é colocada para você!

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