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Em determinada época de sua vida, Urandir descobriu na leitura dos acontecimentos cotidianos novos caminhos e a mágica da transmutação.Após a apresentação de um espetáculo para uma plateia de (nada mais, nada menos) duas mil duzentas e vinte e duas pessoas, acompanhado de alguns amigos, retirou-se do local. Enquanto caminhavam rumando ao seu destino, deram com um mendigo e uma criança (filha deste), que haviam sido atropelados por uma viatura recentemente. As pessoas que por aí transitavam passavam ao largo, sem se importarem com eles. Tampouco lhes prestavam qualquer tipo de socorro. O quadro todo aparentava tratar-se de uma simples simulação de sinistro.O mendigo estava sentado no cordão da calçada de uma rua movimentada. Ensanguentado e, devido às fortes dores que sentia, estava debulhado em pranto. Perto dele, uma criança, também coberta de sangue, esperava socorro de mão samaritana.Estava transitando também Urandir (e seus companheiros) pela mesma rua. Deparando-se com o horrendo cenário, parou, abalado no seu íntimo com a cruel insensibilidade de todos os passantes. E, aproximando-se das vítimas, desejou tocá-las. No entanto, pouco afeito a benesses, irritado e denotando irreflexão, voltou-se o acidentado para o irmão solidário, questionando-o de forma pouco urbana:Por que você está dando uma de bonzinho ? Ninguém, até agora, quis me ajudar!...Diante da estranha reação do mendigo, o prestativo transeunte afastou-se dele. Mas não tardou, ouviu-o gritando a plenos pulmões:Oh!... Volte aqui!... Onde você tocou, parou de doer. Agora toque aqui (apontando para uma determinada parte dolorida do corpo). Mostrava-lhe ainda outras partes afetadas do corpo. De quebra, o solidário viandante voltou para junto dele. E, após haver constatado seu alívio, continuou a ampará-lo. De igual modo, emprestou sua assistência à criança. Deu-lhes dinheiro e dispensou-lhes cuidados durante quinze dias, ciente de que tudo o que se faz por quem quer que seja, liberta e enobrece. Contrariamente, diferenciar as pessoas não é a pior forma de discriminá-las?O transeunte prosseguiu em seu caminho, entendendo que, naquele dia, poderia usar sua energia em prol de outrem.Hoje, o mendigo e a filha (casada) vivem no meio de familiares e amigos, rodeados de cerca de sessenta pessoas. Cada vez que o irmão solidário vai para a região onde moram, é saudado e recebido com grande felicidade.A luz que surgeEis que de repente Urandir vislumbrou uma luz surgindo. De imediato, intuiu:Essa luz é para mim.Eram seres que o faziam dirigir-se para uma região onde havia certa abundância de pasto. Na viatura - um jipão -, ia acompanhado por mais duas pessoas, quando seres lhe falaram com clareza meridiana:Finalmente, você descobriu a verdadeira utilidade da energia. Conheça também, agora, um ponto dela ao menos: aquele que é usado para a cura e a estabilização.Os seres-mestres ensinaram ao discípulo um processo técnico de usar a energia na auto-ajuda e na estabilização do campo vibracional das pessoas; ensinaram-lhe também a emitir luzes de suas mãos, do corpo e dos chakras, bem como a técnica secreta de acessar outras dimensões.As luzes continuaram a aparecer-lhe periodicamente. Por três anos, empenhou-se em desenvolver seu elevado potencial de paranormalidade.

Mais sobre a paranormalidade de Urandir em http://www.urandirfernandes.com.br/paranormalidade.html

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