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Em função de sua paranormalidade, Urandir foi entrevistado diversas vezes e convidado para participar de programas populares de TV. Com isso, Urandir ganhou espaço na mídia, mostrando a verdade sobre os ufos e aliens. Esse fato causou muita inveja em uma parte da comunidade ufológica brasileira que não tinha esse mesmo espaço para apresentar suas informações, tornando Urandir alvo de perseguições e uma vasta campanha de difamação. Essas perseguições envolveu a inversão e distorção de fatos publicados em revistas (como a revista Istoé) e programas de TV (incluindo até mesmo o Fantástico da rede Globo). Essa situação que envoveu famosos ufólogos do Brasil, se intensificou há alguns anos atrás, onde Urandir sofreu acusações e alguns atentados que puseram em risco sua pessoa, culminando em uma armação que o colocou injustamente por dois dias na cadeia. Foi acusado de ter vendido terrenos falsos. Foi comprovado que eram de sua legítima posse, atrevés de registros, documentos oficiais e escritura de compra e venda.Esses ufólogos brasileiros não pararam por aí. Continuam a realizar intentos contra Urandir, sendo através de falsos testemunhos de pessoas, em palestras e seminários, site, revistas e outros meios. Não obstante tudo isso realizam falsas denúncias a instituições como polícia e receita federal, fiscalização ambiental e saúde pública na tentativa de prejudicar o trabalho de Urandir e dos integrantes e pesquisadores do Projeto Portal.Para frustação maior desses ufólogos, o Projeto Portal persiste em suas pesquisas, atuando, muito além dos contatos e avistamentos com ovnis frequêntes na região de Corguinho, como em avançadas pesquisas amparado por instituições e autoridades militares brasileiras, aeronáutica, defesa civil, corpo de bombeiros, centro de pesquisas, universidades, entre outros.Recentemente os pesquisadores do Projeto Portal tem investigado as ocorrências dos crop círculos, principalmente nas lavouras da região sul do país. Para auxiliar nas pesquisas, contam, além de informações coletadas nos locais, fotos e medições com detectores diversos, de dados do controle de tráfego aéreo, o Cindacta, do comando aeroespacial brasileiro, o comdabra, entre outros.Isso é uma conquista que mostra que mesmo com muitas adversidades pode-se realizar uma investigação séria, cujo resultado vem a contribuir, não somente como simples notícias, mas sim com comprovação e informações que explicam fenômenos para o público em geral. Dessa forma, esses fenômenos não serão mais somente usados com intuito de tirar proveito de uma situação ou de um evento para um simples comentário em um noticiário ou para vender revistas.

Fonte: http://urandir.ufobr.com.br/

A expectativa sempre testa o espaço de tempo que permeia promessas e realizações.Uma nova realidade marcaria a vida de Urandir.Votara seus dias (as noites, sobretudo) à meditação dos fatos que lhe diziam respeito, à presença dos seres extraterrestres e à sua manifestação através de fenómenos, à previsão de possíveis surpresas que poderiam advir, enfim, ao caminho singular que começava a redirecionar a sua existência. Urgira-lhe a necessidade de adaptação. Mas sabe que tudo tem o seu preço e que nada se recebe graciosamente. Tem a consciência de que o sofrimento está a acrisolá-lo e a pautar-lhe o caminho que deve trilhar. Percebe que o sofrimento moral e físico (melhor dito, o estigma do sofrimento) lhe aponta uma nova direção.Encontrava-se dividido entre os planos dos seres e seus objetivos pessoais. Por isso, aqui e agora, muito à afeição é lembrada a figura de Samuel que, de noite, ao ouvir uma voz a chamá-lo pela quarta vez, respondeu:Fala, Senhor, que o teu servo escuta (I Sam 3,10).Certamente, o leal e zeloso discípulo se preparou para novos contatos com seus mestres e, consultando apenas a própria consciência, seguiu à risca a sua voz.Em lugar de destruir, tentou construir; em lugar de invejar, presenteou; em lugar de envenenar, embelezou; em lugar de dilacerar, reuniu e agregou.Para encontrar-se com os seres, esta é a verdadeira sabedoria, o caminho certo, parcial ou totalmente luminescente.
Mais um disco voador
Haviam transcorrido seis meses, quando outro disco voador lhe apareceu. Eram quatro horas da tarde. No momento em que o céu era de brigadeiro, fora o novo palco da cena uma roça.Encontrava-se na cidade, quando teve uma curiosa intuição:Vá para o campo, para o sítio X. Nós estaremos lá.A roça não era distante de onde ele estava. Saíra correndo a toda brida, para chegar o quanto antes ao local. Com algum esforço, um reduzido número de pessoas conseguira acompanhá-lo, para também presenciar o fenómeno anunciado.Recém chegando à roça do sítio, vira o disco voador já pousado. Trabalhadores que aí estavam, puderam observar o estranho fenómeno, visto sequer em sonho. Ele se aproximou dos seres extraterrestres que, flutuando, desceram do aparelho, independente de escada. E, imediatamente, passaram-lhe o seguinte importante comunicado:Temos um trabalho para você. Vamos prepará-lo.Já se retirando, os seres lhe prometeram outro contato após sete meses. Também lhe garantiram que a cada dois anos lhe surgiria um fato novo.A imprensa local registrou o inarrável acontecimento, dando-lhe o justo e devido destaque.

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Em determinada época de sua vida, Urandir descobriu na leitura dos acontecimentos cotidianos novos caminhos e a mágica da transmutação.Após a apresentação de um espetáculo para uma plateia de (nada mais, nada menos) duas mil duzentas e vinte e duas pessoas, acompanhado de alguns amigos, retirou-se do local. Enquanto caminhavam rumando ao seu destino, deram com um mendigo e uma criança (filha deste), que haviam sido atropelados por uma viatura recentemente. As pessoas que por aí transitavam passavam ao largo, sem se importarem com eles. Tampouco lhes prestavam qualquer tipo de socorro. O quadro todo aparentava tratar-se de uma simples simulação de sinistro.O mendigo estava sentado no cordão da calçada de uma rua movimentada. Ensanguentado e, devido às fortes dores que sentia, estava debulhado em pranto. Perto dele, uma criança, também coberta de sangue, esperava socorro de mão samaritana.Estava transitando também Urandir (e seus companheiros) pela mesma rua. Deparando-se com o horrendo cenário, parou, abalado no seu íntimo com a cruel insensibilidade de todos os passantes. E, aproximando-se das vítimas, desejou tocá-las. No entanto, pouco afeito a benesses, irritado e denotando irreflexão, voltou-se o acidentado para o irmão solidário, questionando-o de forma pouco urbana:Por que você está dando uma de bonzinho ? Ninguém, até agora, quis me ajudar!...Diante da estranha reação do mendigo, o prestativo transeunte afastou-se dele. Mas não tardou, ouviu-o gritando a plenos pulmões:Oh!... Volte aqui!... Onde você tocou, parou de doer. Agora toque aqui (apontando para uma determinada parte dolorida do corpo). Mostrava-lhe ainda outras partes afetadas do corpo. De quebra, o solidário viandante voltou para junto dele. E, após haver constatado seu alívio, continuou a ampará-lo. De igual modo, emprestou sua assistência à criança. Deu-lhes dinheiro e dispensou-lhes cuidados durante quinze dias, ciente de que tudo o que se faz por quem quer que seja, liberta e enobrece. Contrariamente, diferenciar as pessoas não é a pior forma de discriminá-las?O transeunte prosseguiu em seu caminho, entendendo que, naquele dia, poderia usar sua energia em prol de outrem.Hoje, o mendigo e a filha (casada) vivem no meio de familiares e amigos, rodeados de cerca de sessenta pessoas. Cada vez que o irmão solidário vai para a região onde moram, é saudado e recebido com grande felicidade.A luz que surgeEis que de repente Urandir vislumbrou uma luz surgindo. De imediato, intuiu:Essa luz é para mim.Eram seres que o faziam dirigir-se para uma região onde havia certa abundância de pasto. Na viatura - um jipão -, ia acompanhado por mais duas pessoas, quando seres lhe falaram com clareza meridiana:Finalmente, você descobriu a verdadeira utilidade da energia. Conheça também, agora, um ponto dela ao menos: aquele que é usado para a cura e a estabilização.Os seres-mestres ensinaram ao discípulo um processo técnico de usar a energia na auto-ajuda e na estabilização do campo vibracional das pessoas; ensinaram-lhe também a emitir luzes de suas mãos, do corpo e dos chakras, bem como a técnica secreta de acessar outras dimensões.As luzes continuaram a aparecer-lhe periodicamente. Por três anos, empenhou-se em desenvolver seu elevado potencial de paranormalidade.

Mais sobre a paranormalidade de Urandir em http://www.urandirfernandes.com.br/paranormalidade.html

A paranormalidade da pessoa causa efeitos por sua mente, intuída com a força da energia mental, fora dos limites da experiência normal ou dos fenómenos explicáveis cientificamente.O poder da mente vem sendo muito pesquisado. Quando usado com equilíbrio, é fonte de segurança, de sentido existencial profundo e de auto-imagem magnetizante. A mente se compara a uma floresta virgem: domina-a quem nela se embrenha.Desde pequeno, Urandir se embrenhou na floresta da mente, conseguindo dominar os próprios caminhos.
A energia aliada à mente
Em 1966, quando surgiu a televisão com imagens em preto e branco, sua cidade natal exibiu o primeiro aparelho em praça pública. Fascinado pelo novo invento, Urandir fez-se presente ao ato. Urandir Ficava irritado quando o monitor trocava de canal a seu bel-prazer, pois desejava assistir ao programa até ao seu final. O que fez?Não suportando o troca-troca de canais, o pré-adoles-cente Urandir pôs sua mente em ação e evitou que o aparelho sintonizasse outro canal.Aconteceu que, a partir daí, Urandir interferiria também no televisor do pai. E começou a interferir também em outros aparelhos eletrônicos e a fazer alterações substanciais em certos objetos.Na fase da pré-adolescência, a energia da pessoa se potencializa e, aliada à força mental, pode operar coisas extraordinárias, descortinando-se nela a força criadora do Cosmos.Certo dia, aos treze anos, enquanto estava almoçando, Urandir percebeu que seu garfo havia entortado e ferido seus lábios. Inconformado, jogou-o no chão, xingando a mãe, culpando-a. Ato contínuo, ajuntando o garfo, este continuou a vergar-se mais e mais, até quebrar. Isto aconteceu no exato momento em que Uri Gueller apareceu num programa de televisão entortando um garfo. Estava em ação a força do pensamento positivo, atuando sobre o talher.Maravilhado, surgiu na ideia do irritadiço menino uma luz que o fez exclamar de satisfação:
Ah! É isso que eu faço!...
Foi o momento em que tudo se tornou claro para Urandir. Associando os fatos, entendeu que, por meio do pensamento positivo, poderia manipular a matéria e interagir com o de outrem -algo fora do normal. Tudo se lhe tornou mais fácil. Durante cerca de dois anos, persistiu em apostar com pessoas que costumavam rodeá-lo. Sempre levava vantagem, mesmo sem usar a técnica da prestidigitação.
A energia mental na prática
Na pré-adolescência, Urandir conseguia manipular a própria energia com facilidade. Tinha a convicção de que o potencial energético que a mente lhe proporcionava lhe era muito útil financeiramente, além de prazeroso. Firme no propósito, Urandir usou o valioso potencial direcionado tão-somente para coisas positivas.Sua vida na escola mudou. De forma intuitiva, Urandir começou a orientar os colegas de classe. Dizia, por exemplo, a um e a outro:Fale isso e aquilo para sua mãe. Ela vai lhe dar o que você quer. Ou ainda:Não faça isso ou aquilo com seus pais.Urandir era bem aceito, tanto isto é verdade que sua conduta lhe valeu o apelido de Santo - até hoje, os familiares chamam-no assim. Tudo o que dizia acabava acontecendo favoravelmente.A mente pode ser usada em favor do outro: é como ajudá-lo a usar uma fonte de benefícios que está dentro dele.
Influência do plano religioso
O modo de viver do ser humano sempre esteve ligado à religiosidade.Conquanto o indivíduo seja o que decide ser e não o que impõem coisas evanescentes, tais como siglas, dogmas e doutrinas, dificilmente ele não mistura religião com profissão - o que é bom augúrio.Naquela época, como ainda hoje, o plano religioso exercia influência quase decisiva sobre o espírito das pessoas. As desavenças internas e externas, nas diversas crenças, estavam menos deflagradas.Por índole, as pessoas interioranas são bastante religiosas.Urandir residia no interior de São Paulo (SP) - razão por que o seu apelido de Santo ganhava sentido com essa condição.Determinada crença religiosa, sobretudo quando provinda de berço, é um traço característico que marca muito os humanos. A propensão para certo tipo de fé parece estar embutida neles como parte de sua existência. O arraigamento da crença de foro íntimo -, com poder quase de mando, é tão complexo e inexplicável talvez - como o modo de amar e de rir. Dona Francisca conhecia uma senhora (feiticeira ou macumbeira), tida e havida como bruxa. Com relativo acerto, predizia os acontecimentos. Ela havia perdido um filho. E, ao conhecer o pequenino Urandir, exclamou com sentimento de profunda saudade:
Ah!... Ele se parece com o anjinho que eu tenho na parede!
Os dias iam passando e, a cada referência ao pequenino, chamava-o de Santinho.Adulto, ao Urandir narrar o fato, declara com modéstia: Não é que eu fosse um anjo, não. O carinho dela por mim levou-a a chamar-me assim.

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Em outubro de 1994, Urandir e seu amigo Ernani voltaram ambos à cidade de Aquidauana (MS).Certo dia, a convite de dois policiais, praticaram um carteado de truco. Combinada a parceria dos policiais versus Urandir e Ernani, teve início o jogo. O carteado deu-se à volta de uma mesinha de um bar, à vista do dono deste e de reduzido número de assistentes.Na largada, o jogo estava dando ampla vantagem para a dupla policial. Em dado momento, alguém da assistência sussurrou aos ouvidos de um dos policiais:
Se Urandir quiser, ele ganha todas as partidas.
De pronto, este retrucou de peito estufado, alardeando:
Isto não existe!...
E, ensorbecido, acrescentou:
Acabei de fazer um curso de controle mental. Eu controlo tudo!...

Uma amostra de paranormalidade

Urandir (que via na sua tela mental todas as cartas do adversário), em resposta talvez à bazófia do policial, provocou uma virada repentina no placar do jogo, ganhando a partida seguinte. Depois, a segunda, a terceira... Daí para frente, levou vantagem em todas as partidas.Intrigado, o policial queria saber qual o processo mental que a parceria estaria usando para conseguir a súbita virada no jogo com as sucessivas vitórias.Simples, respondeu-lhe Urandir:
Eu pergunto para o seu subconsciente, e ele me responde. Tudo o que você toca, você sabe o que é.
Indignado, o policial lhe replicou:
Eu não acredito!...
E, enaltecido, prosseguiu:
Fiz curso de controle mental. Vou bloquear minha mente. Você não vai mais acertar carta alguma.
Ato contínuo, retirando uma carta do baralho e metendo-a no bolso, ordenou-lhe que a identificasse.Aí, após breve concentração silenciosa, Urandir (pretendendo captar a benevolência do policial e dos circunstantes) referiu tranquilamente:
Na verdade, o curso que você fez é muito bom. Não estou conseguindo identificar a carta. (E fazendo uma brincadeira, arrancou risos de todos.)
Então, identificando a carta apresentada, Urandir voltou-se ao público e anunciou alto e bom som:
Três de ouro!
Como é que acertou? - indagou-o o policial.
Com certa ironia, mas com humildade, Urandir devolveu-lhe:
Você aprendeu no curso como bloquear o seu pensamento. Você assimilou bem o método. E completou:
Mas você se descontraiu, e seu subconsciente me disse qual era a carta.
No intuito de desafiá-lo, a dupla policial e alguns dos presentes provocaram-no com mais testes de identificação de cartas. Sempre se portando com respeito e modéstia, Urandir agradou a todos. Para admiração geral, ele não errou um teste sequer.

Desafios à sua capacidade

O dono do bar assistiu ao carteado de truco. Por ouvir falar, sabia dos dotes paranormais de Urandir. Estava também informado que ele localiza ouro no subsolo, esmeraldas e diamantes. Objetivando mormente desafiar sua capacidade de paranormal, levou-o até um depósito de areia lavada, próximo de sua casa. Acompanharam-no os espectadores do jogo de cartas. Na areia do depósito, toda remexida, ele escondera uma aliança, incumbindo a Urandir para localizá-la. Que, em posição ereta, com o dedo indicador e médio esquerdo nas têmporas, estendeu a mão direita sobre a areia. Sem demora, a mão parou justamente sobre o ponto onde a aliança estava submersa. Em outra ocasião, uma vereadora, fazendeira, ao saber de seus dons paranormais, também o procurou para submetê-lo a testes de localização de metais preciosos. Mais interessada em solucionar problemas pessoais de saúde, oriundos de bloqueios que lhe obstruíam o caminho desde a infância, pediu-lhe a curasse. Livre das mazelas, convidou Urandir e a Ernani para conhecerem sua fazenda. Ali se encontrariam metais preciosos no subsolo. Percorrendo-a de ponta a ponta, Urandir constatou realmente a existência de metais preciosos. E dirigindo-se à fazendeira, transmitiu-lhe o seguinte:
Na sua fazenda, há muito ouro, porém, as técnicas que existem para extraí-lo têm um custo muito alto. Aconselho-a a aproveitar a fazenda de outra forma. E reforçando seu conselho, concluiu:
Melhor é você mudar de ideia.

Trecho do livro "Andarilhos do Universo"


Urandir já se fizera substituído na supervisão de sua firma de construção civil. Nessa quadra penosa de sua vida, embora açoitado pelo sofrimento, nunca perdera de vista a magnitude da missão, servindo-lhe de degrau os acontecimentos do dia-a-dia para chegar a ela. Fazia o caminho andando - priorizando, então e agora, o caminhar com as próprias pernas.Nesse ínterim, Urandir falou para seu amigo Ernani de um sonho que tivera sobre um local onde encontrariam diamantes.Foi aí que ambos saíram à procura do local sonhado, a começar pela região conhecida pelo nome de Cipolândia, no estado do Mato Grosso do Sul.
A localização do diamante
Há mais tempo, haviam-se instalado algumas companhias de extração de ouro brasileiras e da Itália em CipolândiaCerto dia, familiares de Ernani, conhecidos do gerente da firma italiana, imaginaram que devessem promover um encontro entre este e Urandir.Não tardou para acontecer o encontro.Os três saíram a inspecionar toda região, passando por catras (buracos abertos, sob medida, que possibilitam acesso às rochas). Nas proximidades de uma delas, chamou-lhes atenção um cupinzeiro.Urandir seguiu em diante, sozinho. Retornando sem grande demora, estava pasmo, irradiando satisfação. Sua rápida sondagem visava a saber se havia pedras preciosas na região.Curioso, Ernani (ao lado do gerente da firma italiana) o indagou, querendo conhecer a razão de seu contentamento. Com alegria aparecendo no rosto, Urandir respondeu com convicção, apontando para as proximidades:Aqui tem um diamante.Mal o gerente negara existir aí um diamante, Urandir insistiu enfaticamente:Aqui tem um diamante! Estou confirmando.Não menos enfático, desmentiu-o pela segunda vez o gerente:Aqui não tem diamante algum!E disse mais, explicando:Já reviramos tudo, lavamos o cascalho e o passamos na máquina. Não encontramos nada.E Urandir arrematou insistente:Aqui tem!... Se você quiser verificar, só tem a ganhar.Incrédulo, o gerente ordenou a um peão que providenciasse três latas com capacidade de vinte litros cada uma. Nelas mandou depositar o cascalho, e, altivo e desafiador, perguntou a Urandir:Em qual das latas está o diamante?Urandir apontou com o dedo diretamente para o recipiente que continha a pedra preciosa.Ainda rompante, o gerente mandou que deixassem por último a lata que, supostamente, conteria o diamante. Lavado o cascalho da primeira e da segunda lata, e... nada de encontrar o diamante. Por fim, mandou lavar e passar pelas primeiras peneiras o cascalho da última. Processado o conteúdo da terceira fase, o diamante luziu... Luziu muito. De rara beleza, não atingia o teor de um quilate.O gerente, enfim, rendeu-se ao poder paranormal de Urandir, sobrepondo-se o respeito e a dignidade deste à soberba e ao orgulho daquele. E convidou a ambos para integrarem o quadro de funcionários da firma italiana. Acederam ao convite.Na época, interessava à empresa de extração de metais tão-só diamante, que valia mais do que o ouro, abundante na região.Posteriormente, por divergirem dos interesses da Companhia Italiana, dela se retiraram.À medida que Urandir se tornava conhecido na região, sobretudo mercê de seu alto grau de paranormalidade, era solicitado para localizar e definir pontos, em determinadas áreas de terra, onde se presumia haver ouro e pedras preciosas. Houve casos em que sequer lhe foram remunerados serviços de testagem, realizados em favor de pessoas inescrupulosas e interesseiras.Boa parte dos fatos parece não fazer sentido algum. Somos coagidos a ajustar expectativas e realidade em quase tudo, o tempo todo praticamente.Acontecimentos, sutilmente provocados pelos seres extraterrestres, foram indicando a Urandir o verdadeiro caminho que o levaria a conhecer a Terra Prometida.Esperar, esperar longamente...: era mais um teste que permearia o tempo do anúncio da promessa e o seu cumprimento.

Trecho do livro "Andarilhos do Universo"

Mais, bem mais do que testemunha da ingente luta, Ernani Garcia de Lima partilhou a cruciante vida de Urandir Fernandes de Oliveira, sendo-lhe amigo fiel e escudeiro leal. Tudo tem feito (sem subserviência, porém), perfilando-se-lhe com grande fidelidade. Dois episódios apenas são suficientes para vê-lo consagrado como o primeiro dentre os maiores colaboradores na criação do Projeto Portal - primeira comunidade da colossal obra da missão. O duplo curioso episódioErnani já havia avistado sondas e caneplas. Ainda não tinha visto naves. Esta noite, às 02h45min, teremos contato com uma nave - falou-lhe o companheiro e amigo Urandir, que o acordou com a antecedência de quinze minutos.Era novembro do ano de 1994. Uma nave surgiu por detrás do morro Asthar Sheran (assim denominado no Projeto Portal), deixando-o totalmente iluminado. Ela estava com a aparência de um sol de grandes proporções, cuja luz foi tomando a forma de uma bola, movimentando-se para a direita e para a esquerda, subindo e descendo, até tomar dimensões menores.

Estão passando alguma mensagem? - perguntou-lhe Ernani.
Sim! - respondeu-lhe Urandir.
Embora acelerado mentalmente e deslumbrado ante a grandiosidade do espetáculo, em dado momento, um sono repentino e profundo surpreendeu Ernani. Dormiu até ao clarear do dia, quando o vigilante parceiro o acordou. Então, entre curioso e humilhado, lhe perguntou:
-Onde está a nave?
-Se quiser vê-la, venha comigo - retrucou-lhe Urandir.
Eram seis horas da manhã quando Ernani viu a nave, que, num abrir e fechar de olhos, desapareceu no espaço.Urandir, que não é homem de ficar na trincheira, costumava subir ao morro do Projeto Portal à noite. Do Platô (nome de um local do morro), ele mantinha contatos frequentes com seres intraterrenos. Ernani via-o subir, nunca porém via-o retornar. Fatigado dos afazeres do dia, naturalmente, carecia dormir. Sempre que convidado para acompanhá-lo, dizia-se cansado.Decorrido algum tempo (ressentido ou não), questionou ao Urandir por que ele se omitiu em comunicar-lhe que tivera contatos com os seres. Seguro no que dizia, respondeu-lhe categoricamente:Porque você tinha que sentir o chamado no seu coração. Você estava sempre cansado... Avistando uma nave Em Presidente Venceslau, Urandir ao volante do carro, estaria vendo uma nave no céu. Parando o veículo imediatamente, falou para Ernani, a seu lado:
- Olhe a nave!...
-Não estou vendo nada - reclamou este.
Quando apontou a direção dela, viu-a de imediato cortando o céu sobre a cidade iluminada. Suas luzes giravam velozmente. Urandir, conversando com natural espontaneidade, falou para o companheiro:
-Eu vou dar uma chegada até a nave.
Não menos espontâneo e muito entusiasmado, este lhe disse:
- Se você vai, eu também vou.
-Então, vamos! - concordou prontamente Urandir.
-Mas como fazer? - indagou Ernani.
-Olhe no centro da nave e sinta-se projetado nela -devolveu-lhe.
Sugado pela naveAí, com velocidade incrível, em meio a intensas luzes, num zás-trás, Ernani viu-se dentro da nave, sugado por ela. Seu interior se assemelhava a uma sala de medicina, sem forma definida, onde os alunos, num patamar mais alto, observavam procedimentos cirúrgicos - referindo-se à sala em que ele se encontrava .Nesta sala, Ernani via seres altos, magros e loiros movi-mentando-se com rapidez. Por estar posicionado num patamar mais elevado, não pôde precisar-lhes a altura. Via também cristais espalhados em vários pontos.

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Aos seus vinte e nove anos, mais uma vez os seres propuseram a Urandir tarefas especiais, relativas à seu futuro compromisso. Ainda indeciso, Urandir mostrou-se renitente e inflexível, irritado com suas exigentes proposições. Aquilo tudo lhe parecia uma loucura e lhe representava um oceano de sofrimentos, face ao incomum comprometimento com a tarefa. Ante sua resistência, os seres retornariam dentro de dois meses para lhe formular a última proposta. Eles têm sido generosos em suas promessas com o discípulo, nem tão prontos em cumpri-las.Mas para Urandir essa espera é mais um teste que permeia as promessas e o cumprimento delas.
Prostração
Face às mil e uma dificuldades, era visível o abatimento de Urandir. Tudo concorria para que vivesse um inferno astral. Cabisbaixo e tristonho, fê-lo persistir em experimentar o amargor do cálice. O embevecimento pela missão ia-se esvaindo paulatinamente e a pasmaceira aumentava.O espectro dessa carga de inanição nervosa, entretanto, não significaria para Urandir insegurança. Fora acometido de tristeza, não de depressão.Enquanto esta é uma patologia - onde, além de falta de carinho, sentimentos de abandono e isolamento poderão abrir caminho para doenças -, cujos principais sintomas são uma auto-atribuição de incapacidade e um sentimento de inferioridade quando o indivíduo se compara com os outros, aquela consiste numa reação comum da vida. A depressão, um dos maiores flagelos que assola a era moderna, é uma desordem multifatorial, com muitas origens e diversas apresentações. A patologia acompanha a humanidade desde seus primórdios, sendo ainda hoje frequente em qualquer idade.O homem é energia e consciência em constante processo de transformação, desenvolvimento e evolução. Comumente, nada lhe é dado de graça. A dor pode servir-lhe de caminho para evoluir. Nem sempre o é. E, por certo, jamais será o único.Quem está feliz hoje, poderá não estar amanhã. Há que se ter o cuidado de não cair quando se está de pé. Escreveu alguém, e apenas aqui se repete, à guisa de reflexão: Quando a gente pensa que sabe todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas.

Sopesando a responsabilidade do Compromisso

Urandir não foge à regra. Pelo contrário. Agora, mais uma vez, se encontra fustigado pelo estigma
do sofrimento.Eles me pegaram direitinho - relembra ainda hoje, refe-rindo-se aos seres.Findo o prazo de dois meses que haviam estabelecido, estes retornaram. Voltaram para saber dele, definitivamente, se aceita comprometer-se com a missão. Esta não lhe seria imposta como se fora um instrumento imperial, embora a liberdade humana (inclusive a de escolha) seja sempre um conjunto de liberdades. Manifesta-se pelo consentimento. A propósito, o imortal estadista norte-americano, Abraham Lincoln, se expressa com acerto quando escreve: Ninguém é bastante competente para governar outra pessoa sem o seu consentimento.Essa sintomática insistência dos seres pode ser compreendida como uma convocação. A insistência pesou, não que definisse a decisão de Urandir. Não resta dúvida que ela tenha interferido. Nesse aspecto, sua falta de unanimidade nunca foi demérito: sempre teve capacidade de indignação.Na medida em que o tempo passasse, sua posição se firmaria. Consciente de que nenhuma escolha na vida é gratuita e destituída de responsabilidade, a insistência dos mestres persistia em mexer no seu íntimo. Seu calvário se tornava mais amargo a cada dia e o espaço para argumentar sempre mais limitado. O constrangimento favorecia, por vezes, sua indefinição. O cenário todo, porém, levava a crer que bater o martelo era apenas uma questão de curto tempo.
O comprometimento com o seu compromisso
Esgotadas todas as suas razões, chegou a hora da opção.Entre tenaz e temeroso, mas resoluto e consciente, Urandir, homem maduro que procede consultando apenas sua consciência, entendendo a vocação, aderiu ao chamamento. A palavra, sua prisioneira, o faria prisioneiro dela.E, em acedendo ao derradeiro convite dos seres-mes-tres, o discípulo foi económico nas palavras:Tudo bem!Urandir anuiu, finalmente, ao convite dos seres. Mas como ninguém vive aliado sem recompensa, acrescentou de pronto, interrogativo e resoluto:Mas..., e qual vai ser a minha garantia?E responderam-lhe com esta outra afiançada indagação:Do que você precisa?...E perfeitamente crível que os seres extraterrestres foram afirmativos em interrogá-lo. A garantia de eles lhe prestarem assistência amenizou o grau de resistência de seu comprometimento com o (en)cargo. Sem pretextar mais...Aí, recolhendo os flaps, passou a voar mais baixo, sem que estivesse precisando de um choque de humildade. A vida humana, na verdade, se faz com decisões e sua história se narra na tecedura dos acontecimentos.Na expectativa de que a confiança que os seres nele depositaram ao perguntá-lo de que precisava, acedendo ao insistente pedido deles, asseverou firme:Aceito o trabalho, realizá-lo-ei totalmente!Estaria ele desconectado da realidade? Seria defensor de uma causa perdida e conivente com ela?Seu coração batia forte. Era o momento exato de colocar os pingos nos is. Por isso, antes de firmar o gigantesco compromisso, condicionou assumi-lo ao pronto cumprimento das promessas, dizendo:(...) mas sob uma condição. Vocês terão que me aparecer de forma física.Trata-se de um acordo bilateral, claro, não formalizado. (Tal tipo de condicionamento encontra amparo no princípio jurídico: Da ut des, i. e. dá, para que dês - traduzido literalmente.)Urandir pediu (leia-se exigiu) aos seres, de forma taxativa e incondicional, sua presença física (o grifo é nosso), co-brando-lhes as garantias anteriores. Referindo-se ao contrato firmado com os seres, ainda hoje recorda:E ficou estabelecido que sempre que fosse necessário provar para uma ou mais pessoas a existência dos seres, eles se manifestariam de alguma forma, para dar respaldo ao meu trabalho. E isso ocorre regularmente.
O objeto da exigência
Essa exigência (a terceira, na ordem cronológica) prova, decididamente, o grau de sua audácia.Nada, absolutamente nada toleraria que pudesse vir a denotar sua fragilidade na comprovação da veracidade dos fatos. Acaso, lançaria mão de artifícios ardilosos que pudessem vir, algum dia, a denegrir sua imagem? Seria passível de comprovação o fenómeno sobre o qual pairasse sombra de dúvida como sendo, por exemplo, fruto da imaginação, do astral ou de telepatia?Com disposição firme de livrar-se da situação movediça, Urandir reforçou a cláusula condicional - motivada pelo conectivo 'mas' em (...) mas sob uma condição - para assumir a gigantesca tarefa, pedindo aos seres sua presença física, de alguma forma, em toda atividade missionária ulterior. Entre os trabalhos enumerou seminários, palestras, atividades de campo e reuniões em geral. Também exigiu (sic!) deles compensações e impôs-lhes condições, visando sobretudo ao valor moral de sua conduta ante o público. Sua meta de inocular na humanidade os vírus do sentimento do bem-estar e da evolução da consciência terá de ser alcançada. Efetivamente, não basta ser importante apenas o que se diz, senão também quem o diz, porque é a verdade da autoridade que robustece a autoridade da verdade.

Trecho do livro "Andarilhos do Universo" fonte: http://www.urandirfernandes.com.br/livros.html